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Modelo catarinense de incubadoras para abrigar empresas de base tecnológica nos seus primeiros anos de vida mostra que é uma exclente alternativa de baixo custo para erar negócios de alto valor agregado. Enquanto, no mercado, a taxa de mortalidade de novas empresas já ficou em torno de 80%, nas incubadoras de SC a taxa de sucesso é de 92%. Dez
incubadoras associadas à Rede Catarinense de Entidades Promotoras de Empreendimentos
Tecnológicos (ReCEPET) contam hoje acom 123 empresas incubadas e 95 já
graduadas (que saíram de incubadoras). As que ainda estão estão incubadas
oferecem 1113 empregos diretos, e as graduadas 3613. O faturamento total
dos dois segmentos chegará a R$160 milhões, este ano, e eles vão gerar
R$ 32 milhões em impostos Resultados das incubadoras catarinenses foram
apresentados ontem, em Florianópolis, pleo coordenador geral da ReCEPET,
Carlos Eduardo Bizzotto, em evento conjunto com o SENAI/SC, que reuniu
dirigentes de 10 incubadoras do Estado.
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